segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
louco por sexo
Vou contar algo que aconteceu comigo hoje 22 de agosto... Fui pra academia é La encontrei um cara que já tínhamos ficado ele é muito bonito, pele branquinha, corpo malhado, um sorriso sem vergonha olhos claros, vi malhando pernas e não pude resistir fui ate ele e conversamos,ele me contou que me adora ver malhar e que sempre fica louco quando me vê malhando a bunda, disse que também não resitia ver seu corpo tão lindo, daí decidimos de nos encontrar amanha pra ficamos juntos só nós dois e matarmos a vontade e o tesão. Logo depois terminei minha serie e fui tomar banho, qual não fui minha surpresa ele me aparece no vestiário que tem uma parte separada do Box, daí disse que já estava quase indo embora ele disse que tava com muita vontade de me dar uns amassos... Foi quando perguntei se tinha alguém próximo do outro lado da entrada ele disse que não e eu perguntei se ele não queria entrar no Box comigo...
Ele ficou meio com medo mais aceitou, nossa quando ele entrou já fui tirando a roupa, tirei a camisa e mostrei meu peitoral forte resultado da academia, sou um cara que chama atenção moreno claro, 1,80 e agora com o corpo todo malhado ele me vendo foi logo me beijando, ele tava um pouco barbudo e eu fiquei sentido aquela barba passando no meu corpo seu beijo quente me invadindo, nossa fiquei louco, mais ele logo teve que sair não queria que ninguém nos visse ali, então ele logo foi embora, e nossa eu ali louco pra gozar mais resisti e terminei de tomar meu banho, depois sai pra ir à faculdade, quando chequei La encontrei um amigo meu muito safado nos cumprimentamos e nem fomos ver aula, minha professora faltou naquele dia, ele me contou algumas historias da vida que ta levando de solteiro, logo vou contar algumas pra vocês...
Depois de tantas historias eu fiquei louco de desejo, já não tinha o q fazer naquela faculdade, então resolvi ir embora, passei então pelo terminal que fica próximo a faculdade, resolvi ir ao banheiro, sempre tem alguns caras La quem sabe eu teria sorte e poderia render algo, depois de alguns minutos que estava La logo apareceu um cara novinho, no começo pensei que era laguem que tinha entrado La normalmente sem interesse, era um cara baixo, magro, com jeito de moleque de escola, mochila, camisa da faculdade, brinco, pele branca clara nossa um anjinho e vou contar bem safado, logo que olhou pra mim e eu retribui ele me machou pra perto dele, eu fui e vi que ele já tava de pau duro, nossa e como era gostoso, depilado, pau grosso grande fiquei com água na boca, peguei bem gostoso no pau dele. Ficamos ali alguns momentos mais logo apareceu alguém daí decidimos ir embora queria ir pra outro lugar não tinha como daí perguntei se ele queria ir num supermercado que tinha um banheiro bem próximo ele topou fomos e demos um pega bem gostoso, nossa ele era bem safado queria q eu chuapsse ele ali mesmo, mais ficamos com medo de aparecer alguém daí chamei ele pra ir na faculdade onde estudo, ele ficou meio sem jeito mais topou já tinha feito estas coisas La então não teria problema. Chegando La entramos no Box e nossa já fui tirando a roupa. Ele tava bem à vontade... Pedi que ele tirasse também quando vi aquela bunda branquinha nossa cai de boca, chupei pra valer, logo ele estava com meu pau na boca, como ele chupava gostoso, ele passava a língua nas minhas bolas ate a ponta do meu pau e engolia tudo, eu fiquei louco, queria comer ele de todo jeito peguei uma camisinha e coloquei no meu pau passei cuspi e segurei ele por trás, ele pediu pra eu meter devagar, meu pau e grosso e grande foi então que eu soquei de uma vez na bunda dele quando vi que ele iria gritar tapei a boca dele e fiquei quieto pra ele acostumar...Nosso como aquele cuzinho era gostoso, macio e minha fantasia tava completa eu tava comendo um cara novinho com jeito de moleque na faculdade onde estudo, nossa a possibilidade de alguém aparecer aumentava ainda mais meu tesão metia depressa e depois devagar dava umas estocadas fortes e ele gemia gostoso, nossa tava muito bom ele pedia pra meter mais e gemia... Enquanto metia batia uma pra ele.que
tava louco já e comecei a meter forte que logo gozei em metidas bem fundas, ele disse q queria gozar também, eu pedi que ele gosasse em cima de mim... Logo estava com o pau dele na minha boca, chupado aquele pau gostoso com a cabeça toda rosada, nossa adoro chupar e chupei muito bem gostoso ele não agüentou e logo estava gosando pedi pra ele gostar no meu peito, quando ele gosou esparramei aquela porra grossa no meu peito, depois nos beijamos bem gostoso . Daí nos Limpamos e fomos embora nem perguntei o nome dele, mais tambem pra que nome só queria sexo mesmo rsrsrsrsrsrsrsr
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
fui estuprado e gostei
OlOi amigos internautas... Meu nome é Wellington, moro em Santos, tenho 24 anos, o que eu vou contar me aconteceu quando tinha 19 aninhos... Vou lhes contar como foi minha primeira vez, minha primeira transa gay, foi meio traumatica, mas tenho que lhes confessar que no fundo gostei e ja bati muita punheta por causa desta noite de curra... Deixei minha namorada em casa e fui embora quando meu amigo passou de carro me convidando para uma noitada em uma boate na minha cidade, saindo de la meu amigo estava meio bebado entrou com tudo no muro de uma casa, graças a Deus eu e ele tavamos de cinto, mas começei a brigar com ele quando chegou a policia e levou nós dois, eu dizendo que sou inocente, mas vcs sabem como é nossa policia.
Meu pai só de bronca falou que ia pagar fiança só no outro dia para eu aprender, conclusão me separaram de meu amigo e me colocaram numa cela minuscula com mais 5, os caras muito mau encarados, dois negão, um moreno, um malandrinho e um cara bonitinho de cabelo tingido de loiro; eu me sentei no papelão encostado na parede, a bebida que tomei e as altas horas fizeram efeito, e comecei a cochilar naquele inferno... Derepente acordei com um pauzão esfregando na minha cara, eu ia gritar, quando um dos negão falou baixo se eu solta-se um pio, sairia de la com todos os ossos quebrados, gente que medo, eu só tinha 19 anos, mas tinha uma aparencia de 15, eu calei a boca e o negão enfiou o pintão no meu beiço e disse chupa... eu disse que não, ele deu uma joelhada em minha boca que saiu sangue, ele disse "vai por bem ou vai por mal", eu vi que os outros tambem ja tavam com o pau na mão me olhando e o loirinho tava sentado batendo punheta, e ele forçou e eu abri a boca, que nojo o pinto fedia a mijo mas o que eu poderia fazer, são 5 contra 1, ele metia como se fudesse minha boca, e eu ate que tava gostando da sensação, ai veio o moreno e encostou seu pau junto com o do outro e falou "lambe os dois pirulitos, menininho"..
Eu comecei a lamber, o caralho do moreno era bem fino e pequeno, mas do negão era do tamanho medio, mais grossão, e eu colocava um e colocava outro, e eles me xingando e me humilhando, tiraram os paus e me lenvantaram e me jogaram num dos coxão vagabundo que tinha la, o outro negão enfiou o pauzão que era enorme na minha boca, o moreno batia punheta, e para minha surpresa o negão que eu havia chupado primeiro quase engoliu meu pau, o malandrinho foi e colocou seu pau em minha mão, e o moreno foi disputar minha boca... Eu tava escitado, assustado, tremendo na base, eu era chupado, chupava dois paus e batia punheta para o outro, logo eu que só fodia mulheres... derepente o negão desceu a lingua no meu saco e foi ate meu cu, lambendo, puxando meus pentelhos e tentando enfiar sua lingua no meu cu virgem, e começou a levantar as minhas pernas, eu tirei os caralhos da boca e quase chorei pedindo que não me fodesse, ele falou "eu adoro fuder criança, por isto estou aqui", como tremi, ele colocou minhas pernas em seu ombro e começou a enfiar sua cabeça inchada, como doia, eu tentei empurra-lo, os outros seguraram meus braços e o pau foi entrando e senti aquela sensação estranha de dor, tesão, medo, meu pau começou a gozar... ele falou, "o viadinho ta gostando" e me rasgou enfiando até o saco, eu gritei, o moreno me deu um tapa e enfiou seu pau ate minha garganta... eu tava entalado com uma jeba na boca e outra me ragando o cu e os outros continuavam na punheta... o malandrinho que tinha a cara de mais safado enfiouse entre eu e o negão e começou a limpar minha barriga com a lingua, e enfiou minha pica na boca, enquanto isto o outro negão começava a jorrar sua porra em cima de nós... eu sufocava com o moreno fudendo minha boca, entào ele gozou me engasgando... era primeira vez que tinha porra de macho na minha boca, ele falou "se não engolir tudinho, vai levar um cabo de vassoura no cu", e o negão fudia, meu cu parecia até dormente, e o malandrinho mordia meu pau, que dor, e tinha que ficar calado, o Moreno tirou seu pau, e o negão com o pau enorme e gozado enfiou em minha boca... minha boca só tinha porra... o outro negão ewnfiava seu pau ainda mas veloz e senti algo quente no meu cu, era sua porra e ele tirou seu pau que ainda jorrava e espalhou sua porra pela minha barriga e o malandrinho lambia tudo...o moreno disse "vou aproveitar o cu gozado e fazer a festa" e enfiou, o pau dele era fino, quase não senti dor, pois o outro ja havia me arrombado, empurrou o malandrinho e começou a dividir a lambida do pau do negão comigo, o malandrinho então começou a lamber o negão que havia me arrombado... foi a noite inteira assim, no final fiquei no papelão jogado, todo melado e com o cu sangrando... então o loirinho que não havia participado, seitou-se de costa comigo e levantou a perna colocando em cima de mim, oferecendo seu cu, entào com o resto de força fodi o loirinho... meu primeiro cu, pois nenhuma menina dava o cu pra mim pois tinham medo, fodi, ate que saiu um jatinho de porra, pois meu pau ja tava quase vazio... e dormi ali mesmo pelado, na madrugada ainda dois deles que nem enxerguei pois tava quase desmaiando, me fuderam mais... ja tava amanhecendo, uns guardas entraram na cela e começaram a rir, me puxaram pelo braço e me deram banho de mangueira de pressão... como meu corpo doia e eu la pelado, com o cu esfolado e os guardas rindo de mim, deram minhas roupas e eu me vesti, meu pai veio me buscar cedo e cheguei em casa e acordei só no outro dia, meu cu ainda ardia, encontrei meu amigo e ele me falou que passou maus bocados na cadeia, pois tava muito bebado, eu achei bom que tenham lhe fodido, pelo menos eu estava mais sobrio...
OLha gente, foi dolorido, deu um baita medo... mas foi inesquecivel... nunca mais transei com homens, mas esta ficou na minha memoria e ja gozei muitas noites com uma cenoura no cu lembrando dos meus estrupadores....
estuprado pele meu tio
oi me chamo junior e o que eu vou contar aconteceu qdo eu tinha 18 anos sou clarinho 170 e sou de forma s bem definhidas ou seja sou gostosinho
um dia eu tava em cas a e meu tio me chamou para o ajudar a pintar sua casa do sitio , eu tava ocupado mais resouvi nao sei por que ajuda-lo meu tio era um cara grandao tinha pelos no corpo todo um urso mais atraente d + fomos e durante a viajem ele olhava pra mim e dizia é hoje
e eu nao entendia
e ele novamente é hoje.
chegamos la e o sitio tava realmente presisando de uma pintura , mais depois q chegamos a intençao do meu tio era outra q eu so viria a descobrir a noite
assim q dessemos do carro meu tio baixou a roupa e eu o vi completamente nu a minha frente q delicia fiquei atonito e sem chao
ele correu em direçao a pisina e pulou dentro e começou a nadar , po vou nada vou é entrar e arrumar as coisas para começar a pintar e voltar logo pra casa.
nisso meu tio entra ainda nu e me xingando porra garoto te chamei vc nao ouviu?
sim tio ouvi mais vamos começar a pintar logo
q pintar coisa nunhuma vamos é passar o dia e a noite aki curtindo o lugar a liberdade de poder andar nu. po tira ai tua roupa vai
nao tio eu nao cuto isso
curte sim q eu sei viadinho da mamae.
po fiquei p da vida e disse olha tio vim te ajudar mais quuero respeito ouviu
kkkkk meu tio riu e sai novamente para a piscina
chegou a hora do almoço e nada vi para comer nem meu tio se abilitou a fazer
lenbrei q na minha mochila tinha biscoitos e um suco q eu sempre ando para essas ocasioes
comi e como na achei nada de material para pintar deite na cama q tinha no quarto de hospedes e cochilei acordei sentindo um peso grande em minhas costas e ainda sonolento vi meu tio pelo espelho deitado em mim nusao
po tio q porra é essa sai dai e o empurrei
q nada vc pensa q eu nao sei q tu é viado tu hoje vai me dar esse cu
e se nao for por bem é por mau
q é isso tio
ta doido
e si tu contar pro teu pai eu conto a ele q tu fou q me procurou e ele vai acreditar so em mim vc quer ver?
pode dizer mais nao vou deixar vc fazer nada comigo
nisso eu sinto um ardor danado no meu rosto o tio me bateu e eu cai na cama , ele logo pulou sobre mim e começou a ragar meu shorte me deixando nu eu lutando maos como ele era um cara grandao eu nao conseguia me livrar
ai de mim pensei eu e agora
nisso ele pega minhas maos e amarra com os retalhos do meu short e vendo o q ia acontecer comecei a implorar a ele q nao fizese isso mais de nada adiantou ai comecei a sentir a lllllllingua do meu tio a passar na minha bunda nas costas e eu chorando
derrepenteoutro tapa dessa vez mais forte q ate fiquei zonzo,
se chorar eu dou mais em vc filho da puta
para tio par e nada
ele tinha tanta força q me virou como quem vira uma folha de papel e começaou a lamber meu cu
o medo tomava conta de mim
e uma mistura de medo e prazer iam invadindo meu ser
nisso ele disse eu nao disse q era hoje
ai fooo q eu entendi era hoje q ele ia mi fuder e agora
nisso ele cospe no meu cu e enfia o dedo
e eu para por favor tio para
cala a boca q tu vai gostar
seu puto
e colocou a cabeça do pau bem na entradinha do meu cu e disse
te despede das tuas pregas q hoje eles vao ser minhas para sempre viadinho do titio
nao eu gritei desesperado
e nao teve jeito ele meteu tudo de uma ves sem pena e rindo de mim
kkkkk era uma ves um cuzinho virgem
a dor foi tanta q eu desmaiei e acordei minutos depois com meu tio ainda em cima de mim
acordou viadinho
o meu cu ardia tanto q parecia q estava pegando fogo
tio ta ardendo
para
para o q vc ta gostando
ai me dei conta q apesar do ardor eu tava sentindo uma coisa gostosa
nao sabai o q eu senti minha barriga toda molhada e vi q eu tinho ou gozado ou feito xixi de tanda dor q eu senti
qdo olhei pro espelho eu nao acreditei no q vi o apu do tio entrando e saido facil e ele enterrava tudo sem pena
a grossura do pau aumentou muito parecia q estava inchado
e issi foi por uma hora ele metendo e tirando e me fazendo lamber e enfiava denovo
ai novamente ele me vira de frente e senta na minha barriga e em sima da minha porra e com a dor i e prazer da foda dele eu gozei
ele se esfrega na minha barriga e diz a putinho gosou
eu sabia q vc tava gotando
e nisso ele fica se ponhetando e diz engole tudo se nao vc apanha
e disse nao engulo e um tapa estralou em minha cara ai eu disse ta bom ta bom nisso ele grita abre e eu abri a boca e ele encheu minha boca de gala
aquilo escorregou garganta a dentro e eu tive q beber senao eu me engasgava
ai ele caiu em cima de mim e eu comecei a chorar e ele me surpreendeu me beijando me alisando
me dessamarrou me levou pru benheiro e me deu em bnho eu baixei a cabeça e vi uma mistura de sangue e esperma escorrendo pro ralo e ele me lavando como se eu fosse uma criancinha
depoi me enchugou me levoupro quarto dele e me colocou na cama de casal
e disse
junior apartir de hoje sou seu e vc é meu
e vc vai me da sempre q eu quiser
seremos inceparaveis
sairemos sempre juntos e ninguem vai saber nunca q vc é minha putinha
ta?
eu nada respondi e ja cai no sono acordei no dia seguinte com o cheiro de cafe
e ouvindo vozes na frente da casa
pensei na hora em pedir ajuda me vesti e qdo sai a casa tava pintado tinha 2 caras fortes pnntando a iltima parede ele ja tiha tudo planejado pra me foder
entrei e meu tio tava sentado na mesa tomando cafe e me chamou
e disse vai la e conta pra ele o q eu fiz
sei q vc pensou em fazer issi nao foi?
foi e vou fazer
faz ai ele vam te levar pro meio do mata e te comem tb
vai ser putinha dele tb
vai
sentei na mesa e chorei
meu cu aida tava ardendo
vc me machucou, tio.
ta descupe mais agora vc sabe quem manda na sabe sim sei
e seu api vc vai contar pra ele q é viado do titio?
nao, nao vou.
ta amanha vamos pra casa ta
nao vamos hoje tio
de maneira nenhuma eu ainda quero te comer e aki é mais sosegado e vc hoje é quem vai me dar sem ser aforça ta?
como vi q nao teria geito aceitei e a noite qdo ele entrou no quarto eu tava nu na cama ele tb ja veio nu e me ajoelho na cama e nos beijamos
eu mesmo tomei a inid]ciativa e vi q eu no funto tava gostando de ser dele
e na hora de dar ele me comeu com tanto cariho q parecia outra pessoa eu gozei umas 3 vezes sempegar no pau e eu chorava de prazer e pelo carinho q meu tio me dava os beijos dele eram quentes q lingua invadia minha boca me sufocando de prazer eu gemis e ficava todo molinhao languido pelo prazer q eu tava semtindo qdo q rola dele entrava e saia do meu cu.
o pau dele deslisava com uma facilidade surpreendente
ai eu vi q o meu lado feminino tava bem aflorado pois meu cu tava igual a uma vargina soltando um liquido viscoso q lubrificava as paredes do meu cu fazendo o pau do meu tio escorregas avontade e me fazendo mulher daquele tio safado e gostoso . o terror q foi minha 1 ves agora se tornou no melhor acontecoimento da minha vida estuprado pelo meu tio q agora é meu namorado , marido
sei la so sei q sempre dou pra ele e somos felizes , hoje tenho 25 anos e ainda transamos muito eu e meu tio e agora moro so em um ap q comprei com meu trabalho e com a ajuda do meu tio marido pois ele me sustenta tb alem do meu trabalho sou dentista e sou muito feliz.
sim agora meu tio mora comigo.
ESTUPRADO ATRÁS DO PRESIDIO
FUI SOLTAR PIPA E LEVEI NA BUNDA
Não tinha diversão maior para um jovem próximo dos treze anos que soltar pipa nos anos setenta, pelo menos para este que vos fala. Assim estava eu numa tarde quente de verão, num terreno nas proximidades do Presidio Frei Caneca no Estácio Rio de Janeiro, distraído com a qualidade do “cerol” que havia preparado convicto que ninguém me tiraria do ar, quando olho para trás e vejo dois homens com roupas rotas e sujas, assustando-me de tal forma que larguei a linha da pipa. No instante em que iniciei a corrida para pegar a linha, um deles me pegou pelo short, única peça de roupa que vestia que estando bastante usado, rasgou na hora, ficando os trapos na mão do homem, que independente de ver minha aflição por estar nu diante deles, faz um comentário com o colega: - olha que bunda bonita tem o garoto, lisinha, gordinha, branquinha... O outro homem sem fazer comentário corre à minha frente cerceando minha possibilidade de escapar, segurando meus braços e dirigindo-se ao primeiro: - aí companheiro, segura ele aí... Sinto então as mãos sujas do outro na minha cintura puxando-me em direção ao seu corpo enquanto o outro na minha frente me abraçou, fazendo-me de recheio de um sanduíche com o amigo, dizendo numa voz ameaçadora: - grita não, fica quietinho, senão vamos te machucar, tá certo?,,,. Fico apavorado porém atendo sua ordem, somente implorando: - por favor, me deixa ir embora..., por favor. Não sendo ouvido logicamente, pois o que estava atrás já havia arriado a calça e estava colocando um pau duro e enorme entre minha pernas, dizendo quase no meu ouvido: - vamos comer esse cuzinho, vem cá garoto, você vai gostar.... há muito tempo estamos te observando.... Neste momento, faço um gesto brusco para escapar, levando um soco no rosto dado pelo que estava na frente e antes de cair no chão recebo um pescoção do que estava atrás. Caio sentindo um zunido no ouvido além da forte dor da agressão no rosto, quando eles abaixam virando-me de bunda prá cima somente sentindo que um deles abria minhas pernas colocando a cabeça do pau já duro no meu cú virgem e sem dó nem piedade, facilitado talvez pelo suor que banhava meu corpo e possivelmente o rego também, enterrou tudo de um vez, quando causando uma dor inimaginável, levando-me a desmaiar. Minutos depois, infelizmente, recuperei os sentidos, mal podendo coordenar pensamentos, pois a dor misturada com uma ardência do inferno sentida no ânus e internamente era intensa, quando noto que homem segurava meu corpo à frente era o que antes estava atrás; eles havia revezado e como minha cabeça estava entre os joelhos do homem, o pau dele, semi rígido estava aproximadamente a cinco centímetros do meu rosto, exalando uma mistura de cheiros nada agradáveis, com a cabeça coberta de sangue retirado de dentro do meu cú e de esperma que teimosamente continuava saindo da uretra entreaberta, porem o mais surpreendentemente foi que antes de causar asco nojo e repugnância, fiquei numa admiração contemplativa quanto às dimensões daquele caralho enorme, inclusive avaliando que teria mais que o dobro do tamanho do meu. De repente levanto os olhos cruzando com os dele que me diz no ato: - tá gostando do meu pau “seu” viado..., então abre a boca que você vai chupar ele..., senão vou te cobrir de porrada. Ato contínuo ele avança a virilha para frente encostando a cabeça daquela piroca asquerosa nos meus lábios fechados intimando para que abrisse a boca, como me recuso, levo um soco na cabeça voltando a chorar, mas ele não se incomoda soltando um dos braços enfiando os dedos anular e indicador na minha boca forçando abri-la machucando meus lábios, quando então decido, pois não me restava alternativa, permitir a entrada da cabeça ensangüentada e imunda e, como a mantenho aberta ele comanda que passe a chupar, o que faço fechando a boca envolvendo meus lábios ao redor daquela pica, começando a praticar o que jamais havia pensado que faria na vida, sentindo o gosto nauseabundo das secreções invadir contaminando meu paladar, notando que ele passa a se movimentar para frente e para trás enterrando e retirando o pau, que vai lentamente endurecendo e para meu desespero, após expelir uma boa parte. porem engolindo involuntariamente o que sobrara daquela sujeira, começo a sentir com o pau parcialmente limpo, um prazer incompreensível no ato de chupar a cabeça extremamente dura porem aveludada, ficando cada vez mais gostoso o contato daquela massa de nervos e músculos quente e grossa, a ponto de compensar substancialmente a tremenda dor e ardência que sentia na penetração do outro pau no meu cú, o qual parecia ser muito mais grosso e comprido comparado ao que chupava e que lá estivera anteriormente, devido a dor horrorosa que causava no fundo do reto quando era todo enterrado nas estocadas violentas e cruéis que recebia na bunda.
Mesmo sendo violado nos dois extremos, ainda consigo ouvi-lo informar ao outro: - Aí cara..., o garoto gostou, tá chupando meu pau direitinho, vou gozar na boca dele... Fico preocupado com a possibilidade, afinal eu ate há pouco era homem convicto e porra na minha boca nem pensar..., , porem continuei chupando, não só pelo medo de apanhar, como já sentia meu próprio pau duro como nunca, indicando que algo inexplicável estava ocorrendo comigo, considerando que independente de todas as dores físicas e morais que sentia, a insanidade estava agora no comando e já havia me dominado também, pois com a mão livre seguro o pau que chupava sentindo nos dedos a admirável grossura, passando a fazer movimentos curtos de punheta, bem delicadamente, inclusive movimentando minha cabeça para frente e para trás na cabeça entumecida, quando os primeiros jatos de esperma atingem minha garganta, levando-me a abrir a boca tentando expulsar e cuspindo enojado o que não engolira forçosamente, todavia não tive tempo de afastar meu rosto da linha de tiro, aparando como um escudo os demais jatos de porra que foram gozados, ficando todo coberto daquela massa pegajosa como goma arábica, dispondo somente de uma das mãos para me limpar forcando-me a esfrega-la no chão para tirar o excesso e retornar ao rosto misturando a terra que ficava grudada pela minha pele. Neste exato instante o outro que comia meu cú intensifica as estocadas violentas e quando gozou, enterrou tão profundamente no meu cú, arrebentando algo dentro do meu reto, pois desmaiei de dor novamente, acordando minutos depois, sem a presença dos homens que já haviam ido embora, e que muito mais tarde soube serem fugitivos do presídio.
Tento me levantar, não conseguindo por causa da dor e da ardência descomunal na bunda, levando-me a engatinhar pelo mato em direção à minha casa que ficava do outro lado do terreno. Quando atingi os fundos da casa meu padrasto veio correndo em minha direção, já brigando comigo pela palhaçada de estar andando de joelhos pelado no mato, quando ao chegar perto notou o rastro de sangue que escorria pelas minha nádegas e coxas, e, vendo meus olhos inchados de chorar, rosto coberto de terra, a grande hematoma no lado esquerdo, a vermelhidão na minha orelha e parte da face direita, deduzindo então que algo muito sério havia me acontecido comigo.
Sou levado ao hospital onde fiquei internado por quinze dias, tendo sofrido duas cirurgias para recuperação externa e interna do meu reto, cujo tratamento bastante doloroso não foi maior que a vergonha de encarar minha família, amigos, conhecidos e principalmente o IML e o inquérito na Delegacia, deixando-me num estado de ódio e desprezo pela humanidade por longo tempo.
Todavia o tempo curou as feridas do meu corpo, enquanto minha mente passou, inexplicavelmente a divagar, sonhar e desejar, sem a violência aplicada, sem as dores, sem as agressões e sem a sujeira, que o fato se repetisse, pois minhas punhetas passaram ser batidas com a imagem dos paus daqueles homens, levando-me inclusive a, escondido de todos, vez ou outra visitar o local do meu estupro lá tocando uma punhetas demoníacas gozando intensamente, como se homenageando os paus que me fuderam o cú.
A vontade de dar o cú novamente foi se tornando cada vez mais incontrolavel, tanto que menos de um ano depois da alta do hospital, passei a corresponder aos olhares maliciosos de um homem do bairro com a fama de “fanchona” e que soubera do ocorrido comigo, deixando-o um dia claramente perceber que olhava diretamente para sua mão alisando o pau por cima da roupa quando me via passar, encorajando-o a me abordar. Determinada noite ao passar perto de minha casa quando estava sozinho no portão, ele se aproxima dizendo que queria muito “tratar de um assunto comigo...”, pedindo para ir até sua casa. Sigo com ele com o coração disparado e com o pau já ficando duro dentro da calça demonstrando excitação e nem um pouco curioso de lhe perguntar o assunto. Entramos na casa dele as escuras e ele nem acendeu a luz, antes disso virou-se de frente para mim e me abraçou encostando seu pau já totalmente duro que mesmo dentro da calça parecia de excelente tamanho na altura da minha barriga, pois era bem mais alto que eu fazendo-me quase desmaiar, só que desta vez de prazer. Correspondo ao abraço e nem lembro como tiramos nossas roupas, só sei que fui arrastado para o sofá da sala onde deitamos esfregando nossos corpos de forma enlouquecida, até que ele colou seus lábios nos meus dando um beijo barulhento enfiando a língua na minha boca enquanto a minha tentava fazer o mesmo na dele. Em seguida ele lambeu todo meu corpo até minha virilha passando a chupar meu pau com toda força quando virando-se num sessenta e nove oferece-me o seu para chupar também, o que passo a fazer. Não sem antes admirar a enorme piroca que ele tinha, bem parecida com uma das que me fuderam a primeira vez, porém agora com o cheiro e sabor original de piroca, que enfio na boca chupando carinhosamente, não só a cabeça como todo corpo dele, percorrendo desde a cabeça até o saco e ovos, inclusive arrastando e lambendo com a língua o seu cú que se contraía a cada passada. Algum tempo depois ele interrompe as chupadas e pede para comer o cu dele, deixando-me sentado no sofá ficando à minha frente encurvando o corpo oferecendo-me a bunda onde coloco meu pau, já lubrificado de saliva, enterrando-o naquele cú
que me pareceu bastante arrombado.
ele por bom tempo, quando ele pede para tirar e inverter a posição que agora era minha vez. Faço o que ele disse, cheio de expectativa e desejo, pedindo somente para colocar bem devagar, o que ele concorda, sendo que antes de tudo passa bastante saliva no pau dele e no meu cú, para então começar devagarinho a colocar a cabeça que custou a entrar, mas entrou e depois começou os movimentos para empurrar o resto do pau com bastante jeitinho, até que minha bunda encostou no corpo dele. Ele então passou a enfiar e retirar parte do pau de dentro do meu cú, enquanto manuseava o meu numa punheta gostosa.
Agora sim senti o prazer que um pau causa dentro do cú, foi maravilhoso, ele entrava e saía num frisson inimaginável, mal conseguindo abrir os olhos para não desviar os sentidos da minha bunda que rebolava num frenesi que dominava todo meu corpo e alma, somente desejando: mais, mais, bota mais e bota mais..., até que ele começa a dizer que vai gozar..., que está gozando..., aumentando o ritmo da punheta que me tocava e assim gozamos quase ao mesmo tempo de forma maravilhosa, gratificante, deliciosamente extenuante e como jamais imaginara ser possível.
Fiquei numa felicidade tão grande, com o coração tão jubiloso e com um sentimento de satisfação tão intenso, que nem me importei que outras pessoas do bairro me vissem saindo da casa dele aquela hora mesmo considerando sua fama no bairro, tendo somente a certeza que de agora em diante ia voltar a sorrir e quem sabe até soltar pipas de novo.
Não tinha diversão maior para um jovem próximo dos treze anos que soltar pipa nos anos setenta, pelo menos para este que vos fala. Assim estava eu numa tarde quente de verão, num terreno nas proximidades do Presidio Frei Caneca no Estácio Rio de Janeiro, distraído com a qualidade do “cerol” que havia preparado convicto que ninguém me tiraria do ar, quando olho para trás e vejo dois homens com roupas rotas e sujas, assustando-me de tal forma que larguei a linha da pipa. No instante em que iniciei a corrida para pegar a linha, um deles me pegou pelo short, única peça de roupa que vestia que estando bastante usado, rasgou na hora, ficando os trapos na mão do homem, que independente de ver minha aflição por estar nu diante deles, faz um comentário com o colega: - olha que bunda bonita tem o garoto, lisinha, gordinha, branquinha... O outro homem sem fazer comentário corre à minha frente cerceando minha possibilidade de escapar, segurando meus braços e dirigindo-se ao primeiro: - aí companheiro, segura ele aí... Sinto então as mãos sujas do outro na minha cintura puxando-me em direção ao seu corpo enquanto o outro na minha frente me abraçou, fazendo-me de recheio de um sanduíche com o amigo, dizendo numa voz ameaçadora: - grita não, fica quietinho, senão vamos te machucar, tá certo?,,,. Fico apavorado porém atendo sua ordem, somente implorando: - por favor, me deixa ir embora..., por favor. Não sendo ouvido logicamente, pois o que estava atrás já havia arriado a calça e estava colocando um pau duro e enorme entre minha pernas, dizendo quase no meu ouvido: - vamos comer esse cuzinho, vem cá garoto, você vai gostar.... há muito tempo estamos te observando.... Neste momento, faço um gesto brusco para escapar, levando um soco no rosto dado pelo que estava na frente e antes de cair no chão recebo um pescoção do que estava atrás. Caio sentindo um zunido no ouvido além da forte dor da agressão no rosto, quando eles abaixam virando-me de bunda prá cima somente sentindo que um deles abria minhas pernas colocando a cabeça do pau já duro no meu cú virgem e sem dó nem piedade, facilitado talvez pelo suor que banhava meu corpo e possivelmente o rego também, enterrou tudo de um vez, quando causando uma dor inimaginável, levando-me a desmaiar. Minutos depois, infelizmente, recuperei os sentidos, mal podendo coordenar pensamentos, pois a dor misturada com uma ardência do inferno sentida no ânus e internamente era intensa, quando noto que homem segurava meu corpo à frente era o que antes estava atrás; eles havia revezado e como minha cabeça estava entre os joelhos do homem, o pau dele, semi rígido estava aproximadamente a cinco centímetros do meu rosto, exalando uma mistura de cheiros nada agradáveis, com a cabeça coberta de sangue retirado de dentro do meu cú e de esperma que teimosamente continuava saindo da uretra entreaberta, porem o mais surpreendentemente foi que antes de causar asco nojo e repugnância, fiquei numa admiração contemplativa quanto às dimensões daquele caralho enorme, inclusive avaliando que teria mais que o dobro do tamanho do meu. De repente levanto os olhos cruzando com os dele que me diz no ato: - tá gostando do meu pau “seu” viado..., então abre a boca que você vai chupar ele..., senão vou te cobrir de porrada. Ato contínuo ele avança a virilha para frente encostando a cabeça daquela piroca asquerosa nos meus lábios fechados intimando para que abrisse a boca, como me recuso, levo um soco na cabeça voltando a chorar, mas ele não se incomoda soltando um dos braços enfiando os dedos anular e indicador na minha boca forçando abri-la machucando meus lábios, quando então decido, pois não me restava alternativa, permitir a entrada da cabeça ensangüentada e imunda e, como a mantenho aberta ele comanda que passe a chupar, o que faço fechando a boca envolvendo meus lábios ao redor daquela pica, começando a praticar o que jamais havia pensado que faria na vida, sentindo o gosto nauseabundo das secreções invadir contaminando meu paladar, notando que ele passa a se movimentar para frente e para trás enterrando e retirando o pau, que vai lentamente endurecendo e para meu desespero, após expelir uma boa parte. porem engolindo involuntariamente o que sobrara daquela sujeira, começo a sentir com o pau parcialmente limpo, um prazer incompreensível no ato de chupar a cabeça extremamente dura porem aveludada, ficando cada vez mais gostoso o contato daquela massa de nervos e músculos quente e grossa, a ponto de compensar substancialmente a tremenda dor e ardência que sentia na penetração do outro pau no meu cú, o qual parecia ser muito mais grosso e comprido comparado ao que chupava e que lá estivera anteriormente, devido a dor horrorosa que causava no fundo do reto quando era todo enterrado nas estocadas violentas e cruéis que recebia na bunda.
Mesmo sendo violado nos dois extremos, ainda consigo ouvi-lo informar ao outro: - Aí cara..., o garoto gostou, tá chupando meu pau direitinho, vou gozar na boca dele... Fico preocupado com a possibilidade, afinal eu ate há pouco era homem convicto e porra na minha boca nem pensar..., , porem continuei chupando, não só pelo medo de apanhar, como já sentia meu próprio pau duro como nunca, indicando que algo inexplicável estava ocorrendo comigo, considerando que independente de todas as dores físicas e morais que sentia, a insanidade estava agora no comando e já havia me dominado também, pois com a mão livre seguro o pau que chupava sentindo nos dedos a admirável grossura, passando a fazer movimentos curtos de punheta, bem delicadamente, inclusive movimentando minha cabeça para frente e para trás na cabeça entumecida, quando os primeiros jatos de esperma atingem minha garganta, levando-me a abrir a boca tentando expulsar e cuspindo enojado o que não engolira forçosamente, todavia não tive tempo de afastar meu rosto da linha de tiro, aparando como um escudo os demais jatos de porra que foram gozados, ficando todo coberto daquela massa pegajosa como goma arábica, dispondo somente de uma das mãos para me limpar forcando-me a esfrega-la no chão para tirar o excesso e retornar ao rosto misturando a terra que ficava grudada pela minha pele. Neste exato instante o outro que comia meu cú intensifica as estocadas violentas e quando gozou, enterrou tão profundamente no meu cú, arrebentando algo dentro do meu reto, pois desmaiei de dor novamente, acordando minutos depois, sem a presença dos homens que já haviam ido embora, e que muito mais tarde soube serem fugitivos do presídio.
Tento me levantar, não conseguindo por causa da dor e da ardência descomunal na bunda, levando-me a engatinhar pelo mato em direção à minha casa que ficava do outro lado do terreno. Quando atingi os fundos da casa meu padrasto veio correndo em minha direção, já brigando comigo pela palhaçada de estar andando de joelhos pelado no mato, quando ao chegar perto notou o rastro de sangue que escorria pelas minha nádegas e coxas, e, vendo meus olhos inchados de chorar, rosto coberto de terra, a grande hematoma no lado esquerdo, a vermelhidão na minha orelha e parte da face direita, deduzindo então que algo muito sério havia me acontecido comigo.
Sou levado ao hospital onde fiquei internado por quinze dias, tendo sofrido duas cirurgias para recuperação externa e interna do meu reto, cujo tratamento bastante doloroso não foi maior que a vergonha de encarar minha família, amigos, conhecidos e principalmente o IML e o inquérito na Delegacia, deixando-me num estado de ódio e desprezo pela humanidade por longo tempo.
Todavia o tempo curou as feridas do meu corpo, enquanto minha mente passou, inexplicavelmente a divagar, sonhar e desejar, sem a violência aplicada, sem as dores, sem as agressões e sem a sujeira, que o fato se repetisse, pois minhas punhetas passaram ser batidas com a imagem dos paus daqueles homens, levando-me inclusive a, escondido de todos, vez ou outra visitar o local do meu estupro lá tocando uma punhetas demoníacas gozando intensamente, como se homenageando os paus que me fuderam o cú.
A vontade de dar o cú novamente foi se tornando cada vez mais incontrolavel, tanto que menos de um ano depois da alta do hospital, passei a corresponder aos olhares maliciosos de um homem do bairro com a fama de “fanchona” e que soubera do ocorrido comigo, deixando-o um dia claramente perceber que olhava diretamente para sua mão alisando o pau por cima da roupa quando me via passar, encorajando-o a me abordar. Determinada noite ao passar perto de minha casa quando estava sozinho no portão, ele se aproxima dizendo que queria muito “tratar de um assunto comigo...”, pedindo para ir até sua casa. Sigo com ele com o coração disparado e com o pau já ficando duro dentro da calça demonstrando excitação e nem um pouco curioso de lhe perguntar o assunto. Entramos na casa dele as escuras e ele nem acendeu a luz, antes disso virou-se de frente para mim e me abraçou encostando seu pau já totalmente duro que mesmo dentro da calça parecia de excelente tamanho na altura da minha barriga, pois era bem mais alto que eu fazendo-me quase desmaiar, só que desta vez de prazer. Correspondo ao abraço e nem lembro como tiramos nossas roupas, só sei que fui arrastado para o sofá da sala onde deitamos esfregando nossos corpos de forma enlouquecida, até que ele colou seus lábios nos meus dando um beijo barulhento enfiando a língua na minha boca enquanto a minha tentava fazer o mesmo na dele. Em seguida ele lambeu todo meu corpo até minha virilha passando a chupar meu pau com toda força quando virando-se num sessenta e nove oferece-me o seu para chupar também, o que passo a fazer. Não sem antes admirar a enorme piroca que ele tinha, bem parecida com uma das que me fuderam a primeira vez, porém agora com o cheiro e sabor original de piroca, que enfio na boca chupando carinhosamente, não só a cabeça como todo corpo dele, percorrendo desde a cabeça até o saco e ovos, inclusive arrastando e lambendo com a língua o seu cú que se contraía a cada passada. Algum tempo depois ele interrompe as chupadas e pede para comer o cu dele, deixando-me sentado no sofá ficando à minha frente encurvando o corpo oferecendo-me a bunda onde coloco meu pau, já lubrificado de saliva, enterrando-o naquele cú
que me pareceu bastante arrombado.
ele por bom tempo, quando ele pede para tirar e inverter a posição que agora era minha vez. Faço o que ele disse, cheio de expectativa e desejo, pedindo somente para colocar bem devagar, o que ele concorda, sendo que antes de tudo passa bastante saliva no pau dele e no meu cú, para então começar devagarinho a colocar a cabeça que custou a entrar, mas entrou e depois começou os movimentos para empurrar o resto do pau com bastante jeitinho, até que minha bunda encostou no corpo dele. Ele então passou a enfiar e retirar parte do pau de dentro do meu cú, enquanto manuseava o meu numa punheta gostosa.
Agora sim senti o prazer que um pau causa dentro do cú, foi maravilhoso, ele entrava e saía num frisson inimaginável, mal conseguindo abrir os olhos para não desviar os sentidos da minha bunda que rebolava num frenesi que dominava todo meu corpo e alma, somente desejando: mais, mais, bota mais e bota mais..., até que ele começa a dizer que vai gozar..., que está gozando..., aumentando o ritmo da punheta que me tocava e assim gozamos quase ao mesmo tempo de forma maravilhosa, gratificante, deliciosamente extenuante e como jamais imaginara ser possível.
Fiquei numa felicidade tão grande, com o coração tão jubiloso e com um sentimento de satisfação tão intenso, que nem me importei que outras pessoas do bairro me vissem saindo da casa dele aquela hora mesmo considerando sua fama no bairro, tendo somente a certeza que de agora em diante ia voltar a sorrir e quem sabe até soltar pipas de novo.
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