quarta-feira, 30 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Fui comido por um amigo hetero
Moro perto da Praia aqui em Recife e sempre estou bronzeado, o que realça minha cor. Bem, a história que irei contar aconteceu em novembro de 2007. Eu tenho um amigo chamado M, sempre fui doido por ele, mas nunca revelei para ninguém esse desejo e achei que jamais poderia rolar algo já que ele é militar e todo metido a machão, come todas as meninas do bairro, ele realmente é um gato.
M vinha sempre na minha casa depois que saia do quartel, para entrar na internet e ver seu orkut, seus e-mails, coisa e tal. Um dia ele chegou e eu estava dormindo no meu quarto, minha mãe pediu que ele subisse até meu quarto porque eu estava lá, quando ele entrou no meu quarto e me acordou, tive a maior surpresa da minha vida, aquele homem lindo me acordando dando tapas na minha bunda e dizendo:
- Acorda safado que eu já cheguei. - Pensei: esse é o cara que eu quero para me acordar todos os dias.
Ele entrou e ficou na net e eu despertei, disse que ia tomar um banho e depois a gente conversaria um pouco, foi quando ele perguntou porque eu não tomava banho de porta aberta assim a gente podia ficar conversando. Achei estranho, mas tudo bem.
No meio da conversa ele fala que tava doido porque fazia muito tempo que não dava pau a ninguém, muito menos comer alguém, só que ele usou essa expressão: comer alguém e não comer alguma gata ou coisa do tipo.
Fiquei olhando ele meio desconfiado e ele continuava falando que tava com maior tesão e seu eu não tinha nada para ele ver que pudesse aliviar seu tesão. Aí falei: Tem alguns sites pornôs nos meus favoritos - ele começou a olhar e viu um que era gay, aí disse:
- Tu curte sacanagem com homem é?
- Só com homens gostosos como você.
- Só com homens gostosos como você.
Foi a deixa. Ele levantou e já vi a barraca armada, entrou no banheiro, mas o cara se tornou um monstro na hora.
- Se tu tava afim de levar na bundinha porque não falou logo? Me deixou aqui na mão um tempão podendo dar esse cuzinho para mim, agora tu vai levar nesse rabo para aprender a não perder tempo.
Me pegou pelo braço com tanta violência que fiquei assustado. Tirou a roupa e ficou batendo com sua rola que era enorme na minha cara, uma rola de 23cm e muito grossa, rosada, cheia de veias, linda e uma barriga que já sabia que era sarada, mas não tanto. Pôs-me de joelhos e começou a bater com a rola na minha cara me chamando de puta, depois me tirou do banheiro e me jogou na cama, começou a lamber meu rabo com aquela língua quente de macho, que só macho tem. E falou:
- Te prepara que vou atolar nesse rabo de uma só vez!
E colocou tudo mesmo, coloquei minha cabeça entre os travesseiros da minha cama para minha mãe não ouvir meus gritos de dor e prazer. Depois que entrou tudo ele começou a bombar sem pena, bombou tanto que meu cu começou a não agüentar e sangrou. Quanto mais ele via que tava doendo, mais ele bombava e dizia:
- Minha menina é virgem e agora perdeu o cabaço de vez, tá vendo como é bom dar o rabo para um cavalo como seu macho aqui...
Fiquei doido com aquilo e me liberei, nem lembrava mais que tava sangrando e pedia mais rola e ele não se fez de rogado e dava rola para meu cu sedento. Quando me pôs de quatro na beira da cama, pensei que não ia agüentar. Ele começou a bombar mais forte e mais fundo, senti então que ele ia gozar e pedi para tomar aquele leite quente que tantas vezes me fez tocar uma punheta.
Ele tirou o pau do meu cu, abriu minha boca e despejou todo aquele leite de semanas acumuladas na minha boca que ficou cheia e me fez engolir tudo, eu não queria mais, mas ele me forçou e depois que eu bebi ele me deu um beijo que nunca mais vou esquecer e falou que eu era a puta mais gostosa que ele já comeu, e que nunca tinha comido ninguém que tivesse um rabo tão gostoso como meu.
Fomos para o banheiro tomar banho e lá ele me deu leite outra vez, e até hoje fudemos gostoso, quase todos os dias.
Comi um jovem hetero, 18 aninhos e cabacinho...
Comi um jovem hetero, 18 aninhos e cabacinho...
Bem, meu nome é Rodrigo e moro em Belo Horizonte. A estória que vou contar agora também é real. Tenho 22 anos e gosto de dar mesmo é pra homens heteros, aquele jeito de macho que o homem tem me deixa doido. Vou chamar esse meu colega de Fernando. Bem, o Fernando tem 18 anos, é moreno, tem 1,75 e um corpo atlético, conheci ele numa pelada de futebol. Chamei ele pra vir aqui em casa pra mostrar uma fita de um jogo e perguntei pra ele se ele não estava a fim de ganhar um dinheiro. Como ele não trabalha e jovem gosta gastar muito, topou logo. Abaixei a bermuda dele e comecei a chupar seu pau, foi inchando dentro da minha boca e logo estava duro como uma pedra. Chupei uns 5 minutos e coloquei a camisinha nele, fiquei de quatro no sofá e ele veio pro trás. Molhei meu cuzinho, ele passou cuspi na rola e encostou a cabeça e foi empurrando. Doeu muito, mas eu fui deixando até encostar os cabelos do saco dele e nisso ele começou a dar as pistoladas em mim e gozou. Dei o dinheiro a ele e perguntei se ele queria ganhar mais, ele disse que sim e perguntou o que teria que fazer. Eu então disse que queria comer ele. Ele: Mas eu sou homem, não dou não. Eu: Eu sei que você é homem mas é por dinheiro que você está fazendo, não vai virar viado não. Ele: Não, não vou fazer isso não. E nisso eu fui insistindo por uns 10 minutos e por fim falei com ele pra pelo menos tentar já que ele além de falar que era homem, que isso dói muito, pois as mulheres reclamam. Ele então resolveu tentar e fomos para o quarto, ele deitou na cama, abaixou a bermuda até o joelho e eu pedi pra ele colocar uma almofada em baixo da bunda pra deixar ela bem impinadinha. Ele fez e eu vim por cima vendo aquela bundinha maravilhosa. Chupei aquele cuzinho apertadinho e ao mesmo tempo que chupava molhava ele pra lubrificar mais. Falei com ele que ia enfiar o dedo pra abrir um pouco senão ia doer demais. Comecei a dar a dedada, só um dedo, porque ele não agüentava dois. Depois de muito dedar avisei a ele que ia enfiar a rola e falei pra ele morder o travesseiro pois ia doer muito e não ia ser pouco não. Encostei a cabeça e fui empurrando, tava muito apertado e tive que forçar mais e na hora que a cabeça começou a entrar ele tentou ir pra frente pois estava doendo, só que como eu estava com as mão apoiadas no seu ombro ele não conseguiu sair e começou a pedir quase que implorando pra tirar. Eu falei então pra ele aguentar pois ia doer mesmo e que eu não ia tirar e falei com ele pra ele ficar quieto e comecei a empurrar a rola e aos gritos de ai, ai, ai... ai, ai, ai... enterrei a rola nele e fiquei parado com ele toda dentro daquele cuzinho quentinho e agora descabaçado. Ele implorava pra tirar e eu disse que não ia tirar, que ia parar de doer. E depois de uns 4 minutos com a rola dentro dele comecei a bombar bem devagar e foi aí que ele quase que saiu. Quando eu comecei a dar as pistoladas nele, ele começou a dizer que estava doendo e ardendo demais, ele nunca tinha feito isso e não estava acreditando que estava dando o cú. Eu disse que agora não adianta chorar o leite derramado pois ele já tinha perdido o cabacinho do cú e agora era ficar quieto e deixar eu terminar e nisso aumentei o ritmo. Fui dando bombadas cada vez mais fortes e ele não parava de gritar ai, ai, ai... tira um pouco, só um pouco, aí você enfia de novo... Eu disse não, e falei com ele: Você custou pra aguentar e acha que eu vou tirar, nada disso, já to quase terminando, fica quietinho aí... E nisso continuei metendo nele, ele com aquele carinha de dor e eu metendo sem dó com aquela sensação de ter a rola dentro de um cuzinho tão apertadinho, quentinho e virgem. Depois de uns 15 minutos de muita bagada, eu parei e enchi o cuzinho dele de porra. Quando eu parei e comecei a gozar ele perguntou se eu estava gozando e quando disse que sim ele tentou tirar, mais uma vez eu segurei ele pelos ombros e não deixei sair e terminei. Ele disse que o cuzinho dele tava até mais quente e eu disse que era pelo tanto que eu tinha gozado. Eu tirei o pau, vi que tinha até um pouco de sangue no cuzinho dele, além de estar todo branco de tanta porra que eu coloquei lá e falei com ele que podia ir embora agora que eu tinha terminado. A dificuldade só foi nesse primeiro dia, já comi ele umas quinze vezes, em média duas vezes por semana, na primeira semana foi tres dias seguidos e ele agora paga até boquete pra ganhar mais... Gostou da estória, é cem por cento real.
Bem, meu nome é Rodrigo e moro em Belo Horizonte. A estória que vou contar agora também é real. Tenho 22 anos e gosto de dar mesmo é pra homens heteros, aquele jeito de macho que o homem tem me deixa doido. Vou chamar esse meu colega de Fernando. Bem, o Fernando tem 18 anos, é moreno, tem 1,75 e um corpo atlético, conheci ele numa pelada de futebol. Chamei ele pra vir aqui em casa pra mostrar uma fita de um jogo e perguntei pra ele se ele não estava a fim de ganhar um dinheiro. Como ele não trabalha e jovem gosta gastar muito, topou logo. Abaixei a bermuda dele e comecei a chupar seu pau, foi inchando dentro da minha boca e logo estava duro como uma pedra. Chupei uns 5 minutos e coloquei a camisinha nele, fiquei de quatro no sofá e ele veio pro trás. Molhei meu cuzinho, ele passou cuspi na rola e encostou a cabeça e foi empurrando. Doeu muito, mas eu fui deixando até encostar os cabelos do saco dele e nisso ele começou a dar as pistoladas em mim e gozou. Dei o dinheiro a ele e perguntei se ele queria ganhar mais, ele disse que sim e perguntou o que teria que fazer. Eu então disse que queria comer ele. Ele: Mas eu sou homem, não dou não. Eu: Eu sei que você é homem mas é por dinheiro que você está fazendo, não vai virar viado não. Ele: Não, não vou fazer isso não. E nisso eu fui insistindo por uns 10 minutos e por fim falei com ele pra pelo menos tentar já que ele além de falar que era homem, que isso dói muito, pois as mulheres reclamam. Ele então resolveu tentar e fomos para o quarto, ele deitou na cama, abaixou a bermuda até o joelho e eu pedi pra ele colocar uma almofada em baixo da bunda pra deixar ela bem impinadinha. Ele fez e eu vim por cima vendo aquela bundinha maravilhosa. Chupei aquele cuzinho apertadinho e ao mesmo tempo que chupava molhava ele pra lubrificar mais. Falei com ele que ia enfiar o dedo pra abrir um pouco senão ia doer demais. Comecei a dar a dedada, só um dedo, porque ele não agüentava dois. Depois de muito dedar avisei a ele que ia enfiar a rola e falei pra ele morder o travesseiro pois ia doer muito e não ia ser pouco não. Encostei a cabeça e fui empurrando, tava muito apertado e tive que forçar mais e na hora que a cabeça começou a entrar ele tentou ir pra frente pois estava doendo, só que como eu estava com as mão apoiadas no seu ombro ele não conseguiu sair e começou a pedir quase que implorando pra tirar. Eu falei então pra ele aguentar pois ia doer mesmo e que eu não ia tirar e falei com ele pra ele ficar quieto e comecei a empurrar a rola e aos gritos de ai, ai, ai... ai, ai, ai... enterrei a rola nele e fiquei parado com ele toda dentro daquele cuzinho quentinho e agora descabaçado. Ele implorava pra tirar e eu disse que não ia tirar, que ia parar de doer. E depois de uns 4 minutos com a rola dentro dele comecei a bombar bem devagar e foi aí que ele quase que saiu. Quando eu comecei a dar as pistoladas nele, ele começou a dizer que estava doendo e ardendo demais, ele nunca tinha feito isso e não estava acreditando que estava dando o cú. Eu disse que agora não adianta chorar o leite derramado pois ele já tinha perdido o cabacinho do cú e agora era ficar quieto e deixar eu terminar e nisso aumentei o ritmo. Fui dando bombadas cada vez mais fortes e ele não parava de gritar ai, ai, ai... tira um pouco, só um pouco, aí você enfia de novo... Eu disse não, e falei com ele: Você custou pra aguentar e acha que eu vou tirar, nada disso, já to quase terminando, fica quietinho aí... E nisso continuei metendo nele, ele com aquele carinha de dor e eu metendo sem dó com aquela sensação de ter a rola dentro de um cuzinho tão apertadinho, quentinho e virgem. Depois de uns 15 minutos de muita bagada, eu parei e enchi o cuzinho dele de porra. Quando eu parei e comecei a gozar ele perguntou se eu estava gozando e quando disse que sim ele tentou tirar, mais uma vez eu segurei ele pelos ombros e não deixei sair e terminei. Ele disse que o cuzinho dele tava até mais quente e eu disse que era pelo tanto que eu tinha gozado. Eu tirei o pau, vi que tinha até um pouco de sangue no cuzinho dele, além de estar todo branco de tanta porra que eu coloquei lá e falei com ele que podia ir embora agora que eu tinha terminado. A dificuldade só foi nesse primeiro dia, já comi ele umas quinze vezes, em média duas vezes por semana, na primeira semana foi tres dias seguidos e ele agora paga até boquete pra ganhar mais... Gostou da estória, é cem por cento real.
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